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PREVENÇÃO E PROFILAXIA

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A consulta de manutenção que vai além da limpeza

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A profilaxia costuma ser vista como um procedimento simples de rotina: “a limpeza que se faz de tempos em tempos”.

Mas prevenção não é apenas remover tártaro.

No Instituto Dra. Rivane Laudares – Odontologia e Saúde, a profilaxia é tratada como uma consulta clínica de manutenção. Cada visita é uma oportunidade de avaliar a saúde bucal, identificar mudanças desde o último atendimento, detectar sinais iniciais de problemas e orientar o paciente de forma individualizada.

Um ponto importante: não sentir dor não significa estar tudo bem.

Durante muito tempo, a ida ao dentista esteve muito associada à dor de cárie. O paciente esperava sentir dor para procurar atendimento. Hoje, muitos problemas bucais evoluem de forma silenciosa: inflamação gengival, desgaste dental, biocorrosão, alterações de mordida, trincas, boca seca, sinais de bruxismo, problemas ao redor de implantes e falhas em restaurações antigas.

Dente limpo não é, necessariamente, dente saudável.

Uma boca pode parecer limpa e ainda apresentar sinais de desequilíbrio, sobrecarga ou envelhecimento precoce.

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O que acontece em uma consulta de profilaxia

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A consulta começa com avaliação — não com o aparelho de ultrassom.

Antes da limpeza, observamos gengiva, mucosa, língua, dentes, restaurações, próteses, implantes, padrão de desgaste, sinais de bruxismo, sangramento, inflamação, recessões gengivais, alterações de cor, textura e qualquer mudança em relação à última consulta.

Também avaliamos sinais que muitas vezes passam despercebidos pelo paciente, como pequenas fraturas, restaurações desgastadas, contatos dentários alterados, impactação alimentar, desgaste de bordas, perda de anatomia dos dentes, boca seca, língua saburrosa e sinais compatíveis com respiração bucal, ronco ou sono de má qualidade.

Depois dessa leitura clínica, realizamos a remoção de biofilme, manchas e cálculo dental com técnica adequada para cada caso.

 

Prevenção também é acompanhar desgaste e função

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A prevenção atual vai além do controle de cárie e gengiva.

Hoje vemos muitos pacientes com dentes desgastados, restaurações antigas perdendo anatomia, sinais de biocorrosão, bruxismo, apertamento, refluxo, boca seca e alterações funcionais que podem evoluir lentamente.

Às vezes, uma restauração desgastada não apresenta cárie. Mesmo assim, pode alterar os contatos da mordida, favorecer impactação alimentar, gerar interferências oclusais, contribuir para movimentações indesejadas dos dentes ou aumentar a sobrecarga em determinadas regiões.

Nesses casos, a indicação de intervenção não é apenas estética. Pode ser uma conduta preventiva para devolver anatomia, melhorar contatos, facilitar higiene, reduzir retenção de alimento e evitar que pequenas alterações evoluam para problemas maiores.

Essa é a diferença entre fazer apenas uma limpeza e realizar uma consulta de manutenção.

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Profilaxia não é sempre de seis em seis meses

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A frequência ideal das consultas de manutenção depende do risco individual.

Pacientes com histórico de periodontite, implantes, próteses extensas, reabilitações orais, bruxismo, boca seca, refluxo, diabetes, tabagismo, alto risco de cárie ou dificuldade de higienização podem precisar de acompanhamento mais frequente — muitas vezes a cada três ou quatro meses.

Pacientes com saúde periodontal estável, boa higiene, baixo risco inflamatório e sem fatores relevantes podem manter intervalos maiores.

A decisão não deve ser automática. Deve ser clínica.

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Profilaxia como parte do tratamento

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Para pacientes em tratamento periodontal, a manutenção é parte do tratamento. Sem ela, a inflamação pode voltar de forma silenciosa.

Para pacientes com implantes, a manutenção ajuda a identificar precocemente sangramento, inflamação, acúmulo de biofilme, dificuldade de higienização ou sinais de peri-implantite.

Para pacientes reabilitados com coroas, facetas, próteses, restaurações extensas ou implantes, a manutenção protege o investimento realizado e aumenta a longevidade do tratamento.

Para pacientes com bruxismo ou apertamento, a consulta permite acompanhar desgaste, trincas, fraturas, placa de mordida, musculatura e sinais de sobrecarga.

Para pacientes com ronco, respiração bucal, boca seca, refluxo, halitose ou língua saburrosa, a manutenção também pode revelar sinais importantes que ajudam a direcionar melhor o cuidado.

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Prevenção real não é apenas limpar. É acompanhar.

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O papel da orientação personalizada

Uma parte importante da profilaxia é ensinar o paciente a cuidar melhor da própria boca em casa.

Isso inclui orientar técnica de escovação, uso de fio dental, escovas interdentais, higienização de implantes, limpeza de próteses, raspagem da língua, controle de biofilme, cuidados com boca seca e escolha adequada dos produtos.

Não existe uma única escova, uma única técnica ou uma única rotina que sirva para todos os pacientes.

A escolha da escova, do fio dental, das escovas interdentais, do irrigador oral, do raspador de língua e de outros recursos depende da condição da gengiva, da presença de implantes, da anatomia dos dentes, da habilidade manual, do padrão de desgaste, da boca seca, da sensibilidade e dos hábitos de cada pessoa.

Produtos errados ou mal indicados podem não resolver o problema — e, em alguns casos, podem piorar sensibilidade, abrasão, ressecamento ou dificuldade de higiene.

Por isso, a orientação precisa ser individual.

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Quem realiza as profilaxias

As consultas de profilaxia e clareamento são realizadas por Aline Andrade, Técnica em Higiene Dental, com acompanhamento e protocolo clínico da equipe.

Aline também possui formação em Intérprete de Libras, o que contribui para um atendimento mais acessível, cuidadoso e inclusivo.

Quando fazer uma consulta de manutenção

A consulta de prevenção e profilaxia é indicada para:

  • sangramento gengival;

  • mau hálito;

  • acúmulo de tártaro;

  • manchas nos dentes;

  • gengiva retraída;

  • sensibilidade;

  • implantes;

  • próteses;

  • facetas;

  • coroas;

  • reabilitações orais;

  • histórico de periodontite;

  • bruxismo ou apertamento;

  • boca seca;

  • refluxo;

  • desgaste dental;

  • restaurações desgastadas;

  • língua saburrosa;

  • dificuldade de higienização;

  • acompanhamento periódico da saúde bucal.

A profilaxia correta não é apenas uma limpeza. É uma consulta de manutenção, prevenção e acompanhamento.

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Instituto Dra. Rivane Laudares – Odontologia e Saúde
SHIS QI 13, Bloco E, Salas 23 e 24 — Lago Sul, Brasília
WhatsApp: (61) 99909-0090
Atendimento particular, sem convênio

RT - DRA. RIVANE LAUDARES

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