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IMPLANTES DENTÁRIOS E REABILITAÇÃO COM IMPLANTES
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Planejamento, cirurgia, reconstrução tecidual, prótese e manutenção em Brasília
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O implante dentário é uma das soluções mais importantes da Odontologia moderna para substituir dentes perdidos. Quando bem planejado, bem executado e bem mantido, pode devolver função mastigatória, conforto, estética e segurança ao paciente.
Mas implante não deve ser tratado como um procedimento isolado. Implante é cirurgia, envolve osso, gengiva, biologia, mordida, prótese e manutenção ao longo do tempo.
Por isso, o sucesso de um implante não começa no momento da cirurgia. Começa no diagnóstico e no planejamento.
O que é um implante dentário
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O implante é uma estrutura, geralmente de titânio, instalada no osso da mandíbula ou da maxila para substituir a raiz de um dente perdido.
Após a instalação, ocorre o período de osseointegração, em que o osso se adapta ao implante e permite sua estabilidade. Depois dessa fase, é instalada a prótese sobre o implante, que pode ser uma coroa individual, uma ponte fixa ou uma reabilitação mais extensa, dependendo do caso.
O tempo de tratamento varia. Pode levar alguns meses ou mais, conforme a condição óssea, a necessidade de enxertos, a saúde periodontal, o tipo de prótese, a mordida, a resposta biológica do paciente e o planejamento reabilitador.
Implante não é apenas colocar um parafuso no osso
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Um erro comum é pensar no implante apenas como a cirurgia de instalação.
Na prática, o implante faz parte de um planejamento maior. É preciso avaliar onde ele será colocado, qual prótese será feita, como será a mordida, qual força esse implante receberá, como está a gengiva, se há perda óssea, se existe bruxismo, se há inflamação periodontal e se o paciente tem condições sistêmicas que possam interferir na cicatrização.
O implante precisa nascer de um plano protético, funcional e biológico. Quando isso não acontece, aumenta o risco de problemas estéticos, sobrecarga, perda óssea, inflamação ao redor do implante e falhas em médio ou longo prazo.
Reconstruir antes de implantar pode ser necessário
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Quando um dente é perdido ou precisa ser extraído, o osso e a gengiva da região também podem sofrer alterações. Em muitos casos, há perda de volume ósseo, retração gengival, alteração do contorno dos tecidos e redução da estrutura necessária para receber o implante na posição ideal.
Por isso, nem sempre é possível extrair um dente e instalar um implante imediatamente com segurança e previsibilidade.
Em algumas situações, primeiro é necessário reconstruir os tecidos que irão receber o implante. Isso pode envolver enxertos ósseos, preservação alveolar, reconstrução de volume, melhora do contorno gengival ou procedimentos periodontais associados.
Essa etapa não é um detalhe. Ela pode ser determinante para que o implante fique bem posicionado, com melhor suporte ósseo, melhor contorno gengival, melhor estética e melhor função.
O objetivo não é apenas “colocar um implante”. O objetivo é criar condições para que esse implante possa sustentar uma prótese bem posicionada, higienizável, funcional, estética e estável ao longo do tempo.
Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Em alguns pacientes, a instalação imediata do implante é possível. Em outros, a reconstrução óssea e gengival antes da instalação é a conduta mais segura.
Planejamento é a parte mais importante
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Antes de qualquer cirurgia, é necessário um planejamento criterioso.
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A avaliação pode incluir:
- anamnese completa;
- exame clínico;
- avaliação periodontal;
- análise da gengiva e dos tecidos de suporte;
- tomografia computadorizada;
- avaliação da quantidade e qualidade óssea;
- estudo da mordida;
- análise estética do sorriso;
- avaliação do bruxismo ou apertamento dental;
- análise do espaço protético;
- planejamento da prótese final;
- avaliação da necessidade de enxertos ósseos ou gengivais;
- avaliação de saúde sistêmica;
- análise de fatores de risco individuais.
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Paciente com doença periodontal ativa não deve receber implante sem tratamento prévio. Paciente com bruxismo ou apertamento importante precisa de controle e acompanhamento, porque o implante não tem ligamento periodontal e responde de forma diferente às forças mastigatórias.
Pacientes com diabetes descompensada, tabagismo, inflamação crônica, baixa qualidade óssea, deficiência nutricional, baixa vitamina D, alterações metabólicas ou dificuldade de cicatrização também precisam de atenção especial antes da cirurgia.
Essas condições não impedem automaticamente o tratamento, mas precisam ser identificadas, consideradas e, sempre que possível, controladas.
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Implantes, saúde periodontal e medicina periodontal
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A saúde gengival é fundamental para o sucesso dos implantes.
Pacientes com histórico de periodontite têm maior risco de desenvolver mucosite peri-implantar e peri-implantite, que são inflamações ao redor dos implantes. Quando não diagnosticadas e tratadas, essas condições podem comprometer o osso ao redor do implante e colocar a reabilitação em risco.
Por isso, no Instituto Dra. Rivane Laudares – Odontologia e Saúde, o planejamento de implantes sempre considera a saúde periodontal antes, durante e depois da reabilitação.
Implante não substitui a necessidade de controle periodontal. Pelo contrário: exige manutenção ainda mais criteriosa.
Implantes e visão integrativa
A cicatrização óssea e gengival não depende apenas da técnica cirúrgica. Ela também depende da resposta biológica do paciente.
Sono, alimentação, metabolismo, glicemia, vitamina D, inflamação sistêmica, tabagismo, medicamentos, saúde intestinal, estresse, bruxismo e qualidade da higiene oral podem influenciar a resposta ao tratamento.
Essa visão não substitui a técnica cirúrgica nem o planejamento protético. Ela amplia a segurança do processo.
Em alguns casos, exames laboratoriais podem ser solicitados para avaliar melhor o contexto metabólico, inflamatório e nutricional do paciente, principalmente em situações de enxertos, histórico de falhas, cicatrização ruim, doença periodontal avançada ou reabilitações extensas.
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Como realizamos implantes no Instituto
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No Instituto Dra. Rivane Laudares – Odontologia e Saúde, o protocolo de implantes começa antes da cirurgia.
A primeira etapa é entender o caso: por que o dente foi perdido, como está o osso, como está a gengiva, qual será a prótese, como está a mordida, quais forças estarão envolvidas e quais fatores podem interferir no resultado.
A avaliação pode incluir exame clínico, análise periodontal, tomografia, fotografias, escaneamento, estudo da oclusão e planejamento da prótese final.
Também avaliamos se existe necessidade de reconstrução óssea ou gengival antes ou durante a instalação do implante.
Somente depois dessa etapa a cirurgia é indicada e programada.
A cirurgia é realizada com anestesia local, em ambiente clínico adequado, com planejamento prévio e orientações específicas para o pós-operatório.
O paciente recebe instruções sobre medicação, alimentação, higiene, repouso, cuidados locais e sinais de alerta.
Após o período de osseointegração, a prótese é confeccionada e instalada com atenção à estética, função, adaptação, mordida e facilidade de higienização.
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O acompanhamento não termina com a entrega da prótese.
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Implante precisa de manutenção.
Implante e reabilitação oral
Em casos de perda de múltiplos dentes, desgastes severos, alteração da mordida ou reabilitações mais extensas, o implante é apenas uma parte do planejamento.
Nesses casos, é necessário integrar cirurgia, prótese, periodontia, estética, função mastigatória, dimensão vertical, bruxismo, estabilidade oclusal e manutenção.
O objetivo não é apenas preencher espaços. É reconstruir função, harmonia, estabilidade e longevidade.
Por isso, reabilitações com implantes exigem uma visão global do caso.
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Manutenção dos implantes
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A manutenção é uma das fases mais negligenciadas pelos pacientes.
Implantes não têm cárie, mas podem desenvolver inflamação ao redor dos tecidos, perda óssea, sangramento, secreção, dor, mobilidade da prótese, soltura de parafusos, fraturas e peri-implantite.
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A manutenção periódica permite avaliar:
- higiene ao redor do implante;
- sangramento gengival;
- presença de inflamação;
- adaptação da prótese;
- acúmulo de biofilme;
- perda óssea;
- mordida;
- sinais de bruxismo;
- estabilidade dos componentes;
- necessidade de ajustes ou intervenções precoces.
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A maioria dos problemas com implantes não surge de um dia para o outro. Eles aparecem aos poucos. Por isso, revisar regularmente é parte do tratamento.
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O que pode comprometer um implante
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Alguns fatores aumentam o risco de complicações:
- doença periodontal não tratada;
- peri-implantite não diagnosticada;
- higiene inadequada ao redor do implante;
- ausência de manutenção;
- tabagismo;
- diabetes descompensada;
- bruxismo ou apertamento sem controle;
- sobrecarga oclusal;
- prótese mal adaptada;
- dificuldade de higienização;
- baixa qualidade óssea;
- perda de volume gengival;
- ausência de reconstrução tecidual quando necessária;
- inflamação sistêmica;
- cicatrização comprometida;
- falta de planejamento protético;
- falta de acompanhamento em longo prazo.
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A maioria desses fatores pode ser reduzida com diagnóstico correto, planejamento, execução criteriosa e manutenção regular.
Sinais que merecem avaliação
- dente perdido ou extraído recentemente;
- dente com prognóstico ruim;
- prótese removível que incomoda;
- dificuldade para mastigar;
- insegurança ao sorrir;
- perda óssea;
- gengiva retraída ou alteração do contorno gengival;
- necessidade de extração dentária;
- necessidade de enxerto ósseo ou gengival;
- necessidade de reabilitação oral;
- implante antigo sem acompanhamento;
- sangramento ao redor de implantes;
- dor, secreção ou mau cheiro próximo ao implante;
- mobilidade da prótese sobre implante;
- parafuso que solta com frequência;
- histórico de doença periodontal;
- bruxismo ou apertamento associado.
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Se você perdeu um dente, precisa extrair um dente ou já tem implantes sem acompanhamento regular, vale fazer uma avaliação.
O melhor momento para planejar um implante é antes da perda óssea avançar.
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Instituto Dra. Rivane Laudares – Odontologia e Saúde
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Atendimento particular, sem convênio
RT - DRA. RIVANE LAUDARES