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LASERTERAPIA ODONTOLÓGICA

Fotobiomodulação e suporte clínico à dor, inflamação, cicatrização e recuperação neurossensorial em Brasília

 

A laserterapia é um recurso terapêutico utilizado na odontologia contemporânea com indicações específicas, mecanismos de ação bem estudados e aplicação criteriosa dentro de um plano de tratamento.

Não é modismo, não é procedimento estético e não substitui diagnóstico. É uma ferramenta clínica que pode auxiliar no controle da dor, na modulação da inflamação, no suporte à cicatrização e na recuperação dos tecidos em situações bem indicadas.

No Instituto Dra. Rivane Laudares – Odontologia e Saúde, o laser é utilizado como recurso complementar. Ele não substitui o tratamento convencional, mas pode potencializar a resposta biológica em determinados casos.

Como o laser atua

O laser de baixa intensidade, também conhecido como laserterapia ou fotobiomodulação, atua sobre os tecidos biológicos por meio da interação da luz com as células.

Dependendo dos parâmetros utilizados, pode contribuir para a modulação da resposta inflamatória, redução da dor, melhora da cicatrização, reparo tecidual e recuperação funcional.

Em protocolos específicos, como a terapia fotodinâmica, o laser também pode ser utilizado como recurso auxiliar no controle da carga microbiana, sempre associado ao diagnóstico e ao tratamento principal.

O efeito da laserterapia não é igual para todos os pacientes e nem sempre é imediato. Trata-se de uma resposta biológica que depende do diagnóstico, da fase do processo inflamatório, do protocolo utilizado, da condição sistêmica do paciente e da integração com o tratamento odontológico principal.

Principais aplicações clínicas no Instituto

Periodontia e saúde gengival

Na Periodontia, o laser pode ser utilizado como recurso complementar ao tratamento periodontal.

Após raspagem e alisamento radicular, pode auxiliar na modulação da inflamação, no conforto pós-operatório, na cicatrização dos tecidos e, em protocolos específicos, no controle complementar da microbiota periodontal.

O laser não substitui a raspagem, o controle de biofilme, a higiene oral personalizada nem a manutenção periodontal. Ele pode agregar valor quando indicado dentro de um plano clínico bem estruturado.

Bruxismo, dor muscular e ATM

Em pacientes com dor muscular, tensão nos músculos mastigatórios, disfunção temporomandibular, sobrecarga articular ou desconforto associado ao bruxismo e ao apertamento dental, o laser pode ser utilizado como recurso complementar para controle da dor e modulação inflamatória local.

Ele não trata a causa do bruxismo, não substitui o diagnóstico funcional e não dispensa a avaliação da mordida, do sono, da musculatura e dos fatores associados.

Sua função é auxiliar no manejo da dor e no conforto do paciente enquanto o caso é conduzido de forma mais ampla.

 

Pós-operatório e cicatrização

Após cirurgias orais, extrações, enxertos, instalação de implantes ou procedimentos periodontais, o laser pode ser utilizado para auxiliar na modulação da resposta inflamatória, no controle do desconforto e no suporte à cicatrização.

Nesses casos, a laserterapia pode fazer parte do protocolo pós-operatório, sempre associada às orientações de medicação, repouso, alimentação, higiene e acompanhamento clínico.

Implantes e enxertos

Em procedimentos com implantes, enxertos ósseos ou reconstruções gengivais, a laserterapia pode ser indicada como recurso complementar para suporte aos tecidos no pós-operatório.

Ela não substitui planejamento cirúrgico, controle periodontal, técnica adequada, estabilidade do enxerto ou manutenção. Sua indicação depende do tipo de procedimento, da resposta do paciente e do objetivo terapêutico.

Aftas e lesões de mucosa

O laser pode ser utilizado no manejo de aftas, úlceras traumáticas e algumas lesões de mucosa, principalmente para alívio da dor e auxílio no processo de reparo.

Em casos recorrentes, extensos ou atípicos, a avaliação clínica é indispensável para investigar causas associadas e definir a conduta correta.

Herpes labial e lesões recorrentes

Em alguns casos de herpes labial recorrente, o laser pode ser utilizado como recurso complementar para controle de dor, conforto local e apoio à reparação tecidual.

A indicação depende da fase da lesão, do histórico do paciente e da necessidade de associação com tratamento medicamentoso.

 

Sensibilidade dentinária

Em casos de sensibilidade dentinária, especialmente em regiões cervicais ou associadas a recessões gengivais, o laser pode ser utilizado como recurso complementar para dessensibilização.

Antes da indicação, é necessário identificar a causa da sensibilidade: retração gengival, desgaste, biocorrosão, bruxismo, escovação traumática, trincas, restaurações infiltradas ou exposição radicular.

Parestesias e alterações neurossensoriais

Em alguns casos de parestesia ou alteração de sensibilidade após procedimentos cirúrgicos, como extrações, implantes, enxertos ou cirurgias mandibulares, a laserterapia pode ser utilizada como parte de um protocolo de suporte neurossensorial.

Nesses casos, o tempo é um fator decisivo.

Quanto mais cedo a avaliação e o início do protocolo, melhor tende a ser o prognóstico. Lesões recentes têm maior potencial de resposta do que quadros antigos, especialmente quando a alteração de sensibilidade já persiste por muitos meses.

Por isso, a parestesia não deve ser ignorada nem tratada com a ideia de “esperar para ver” por tempo indefinido. Quando há dormência, formigamento, alteração de sensibilidade no lábio, queixo, gengiva, língua ou região operada, o ideal é avaliar precocemente.

No Instituto, os casos de parestesia são conduzidos com avaliação clínica, documentação da sensibilidade, definição de protocolo de laserterapia e, quando indicado, associação com suporte nutracêutico para auxiliar o processo de recuperação neural.

Essa abordagem não garante reversão completa da sensibilidade. O resultado depende do tipo de lesão, da gravidade, do tempo de evolução, da resposta individual do paciente e da possibilidade real de regeneração ou recuperação funcional do nervo.

O que precisa ficar claro é: laserterapia não é milagre. Em alterações neurossensoriais, o início precoce aumenta as chances de melhor resposta, enquanto atrasos prolongados podem reduzir significativamente o prognóstico.

O que o laser não é

O laser não substitui diagnóstico.

Não substitui raspagem periodontal.

Não elimina a necessidade de controle de biofilme.

Não resolve bruxismo.

Não corrige mordida.

Não regenera osso perdido de forma isolada.

Não substitui cirurgia quando ela é necessária.

Não substitui medicamentos quando eles são indicados.

Não garante recuperação completa em casos de parestesia.

Não deve ser vendido como solução milagrosa.

A laserterapia é um recurso complementar, com indicações específicas, que agrega valor quando utilizada dentro de um protocolo clínico adequado.

Como utilizamos no Instituto

No Instituto Dra. Rivane Laudares – Odontologia e Saúde, a laserterapia é sempre indicada dentro de um contexto clínico.

O paciente não chega simplesmente para “fazer laser” como procedimento avulso. Primeiro é necessário entender o diagnóstico, o objetivo terapêutico e o papel do laser dentro do plano de tratamento.

Os parâmetros, o número de sessões, os pontos de aplicação, a frequência e a associação com outros tratamentos são definidos conforme o caso, a resposta individual do paciente e a evolução clínica.

Nos casos de parestesia ou alteração de sensibilidade, damos atenção especial ao tempo de evolução. Quanto mais recente o quadro, maior a importância de iniciar a avaliação e definir a conduta rapidamente.

Quando bem indicada, a laserterapia pode ser uma ferramenta importante para tornar o tratamento mais confortável, favorecer a recuperação dos tecidos e apoiar a condução clínica de casos periodontais, cirúrgicos, musculares, mucosos e neurossensoriais.

 

Instituto Dra. Rivane Laudares – Odontologia e Saúde  
SHIS QI 13, Bloco E, Salas 23 e 24 — Lago Sul, Brasília  
WhatsApp: (61) 99909-0090  
Atendimento particular, sem convênio

RT - DRA. RIVANE LAUDARES

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